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6 de novembro de 2008
17 de abril de 2008
QUEM SOMOS?
Somos um grupo que trabalha com diversas linguagens artísticas referentes à cultura afro-brasileira: danças populares e afro, percussão dos diversos ritmos: coco, maracatu, samba de roda, ciranda, jongo, samba de partido alto e afoxé. Ao todo somos 16 participantes com formações e referências artísticas totalmente diversas, tais como: autodidatas, pesquisadores acadêmicos, artistas em processo de formação.
Contamos com atores, bailarinos, músicos, percussionistas, figurinistas, e produtores, com diversas idades que pela identificação com o universo da cultura popular e afro-brasileira se agrupam no Umoja, nome que na língua africana Swahili significa UNIDADE.
O grupo existe há um ano e meio com este nome e formação, no entanto, a maioria de seus integrantes são oriundos de outros grupos e experiências de muitos anos em nossa comunidade. O grupo Umoja tem consciência de que em seu trabalho está implícita todas as questões referentes à luta do negro no país justamente por ter em sua formação negros e mestiços, por pesquisar as manifestações, a história e a teoria afro-brasileiras, além das discussões em grupos sobre as diversas experiências pessoais. Neste sentido, a expressão do Umoja não pretende ser aquela que a todo instante fala do racismo, preconceito e dificuldade em ser negro no Brasil, e sim das formas de resistência que o negro tem construído ao longo destes anos, principalmente através de suas expressões artísticas, proporcionando o acesso à história e a cultura do negro no Brasil através do olhar do próprio negro
Contamos com atores, bailarinos, músicos, percussionistas, figurinistas, e produtores, com diversas idades que pela identificação com o universo da cultura popular e afro-brasileira se agrupam no Umoja, nome que na língua africana Swahili significa UNIDADE.
O grupo existe há um ano e meio com este nome e formação, no entanto, a maioria de seus integrantes são oriundos de outros grupos e experiências de muitos anos em nossa comunidade. O grupo Umoja tem consciência de que em seu trabalho está implícita todas as questões referentes à luta do negro no país justamente por ter em sua formação negros e mestiços, por pesquisar as manifestações, a história e a teoria afro-brasileiras, além das discussões em grupos sobre as diversas experiências pessoais. Neste sentido, a expressão do Umoja não pretende ser aquela que a todo instante fala do racismo, preconceito e dificuldade em ser negro no Brasil, e sim das formas de resistência que o negro tem construído ao longo destes anos, principalmente através de suas expressões artísticas, proporcionando o acesso à história e a cultura do negro no Brasil através do olhar do próprio negro
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15 de abril de 2008
14 de abril de 2008
A oficina, o afoxé, o mestre Môa...
Com muita simplicidade o Mestre Môa do Katendê, veio nos prestigiar com o seu conhecimento. Durante quase três horas mestre Môa falou de sua vida, de sua experiência musical, de sua resistência na luta do povo negro, dançou, cantou, tocou. O povo do Umoja agradece ao Mestre pela dedicação com que nos ensinou.Vida longa, e muito Àsé.









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7 de abril de 2008
UMOJA PROMOVE 1ª OFICINA DE AFOXÉ COM MESTRE MÔA DO KATENDÊ NO BLOCO DO BECO
Mestre Môa do Katendê é baiano de Salvador Artista ligado as Tradições Afro-baianas, compositor, dançarino, capoeirista, ogã-percussionista, artesão e educador, tendo descoberto suas raízes aos oito anos no Ilê Axé Omin Bain, terreiro de sua tia e incentivadora.Mestre Môa é um verdadeiro representante da cultura afro brasileira.
Atualmente Mestre Môa desenvolve diversos workshops e oficinas pelo brasil e o mundo. dissemina seus ensinamentos engrandecendo a arte e a cultura afro brasileira,mostrando que todas as suas manifestações estão e estarão sempre ligadas a uma mesma raiz.
INSCRIÇÕES LIMITADAS
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12 de fevereiro de 2008
Panteras Negras
Panteras Negras
Meu sonho é que as mulheres alisem menos os cabelos e analisem mais sua beleza.A evolução da resistência passa pela aceitação da imagem, assim deixaremos de ser selvagens domesticadas e passaremos a ser PANTERAS NEGRAS, prontas pra dar o bote do argumento.
Sou selvagem contra a selvageria da massificação,minha roupa não é uniforme, o trabalho acabou e agora estou a passeio pelo conhecimento.
Por Priscila Preta
Por Priscila Preta
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