Total de visualizações de página
17 de março de 2008
FESTA UMOJA
sábado é dia de festa umoja, a primeira festa do ano.
Muito àsé, muita beleza e muita música negra vão tomar conta do sacolão das artes,
não perca,venha passar a noite de sabado conosco, por que no finalzinho da festa vamos servir um delicioso Feijão de corda feito por Rose, a melhor cozinheira que conhecemos, venha experimentar o feijão, ouvir boa música, dançar, beber, e encontrar antigos e novos amigos.
grande abraço a tod@s...
até sábado....
12 de março de 2008
28 de fevereiro de 2008
A EMOÇÃO VAI ROLAR SOLTA...
O Umoja espera tod@s para formar conosco a unidade periférica.
não esqueçam dia 22 DE MARÇO, SÁBADO, A PARTIR DA 18HS, SACOLÃO DAS ARTES,PQ SANTO ANTONIO.
ÀSÉ
Visitem o sitio dos nossas convidados.
Duo Abanã
http://www.dgroup.com.br/duoabana/
Fabiana Cozza
http://www.fabianacozza.com.br/
26 de fevereiro de 2008
samba chula de São braz
15 de fevereiro de 2008
HOJE É SEXTA - FEIRA

LITERATURA DE CORDEL


A Academia Brasileira de Literatura de Cordel, define esse tipo de arte como :
" uma maravilhosa manifestação de inteligência brasileira "
Vinda de Portugal, por volta do séc. XVI, era chamada de " folhas soltas ". Chegou no coração dos nossos colonizadores, instalando-se na Bahia, precisamente em Salvador .Dali, se irradiou para os demais estados do Nordeste .
É um tipo de poesia popular, originalmente oral, vinda dos repentes e depois impressa em folhetos rústicos expostos para venda, pendurados em cordas, ou cordéis, o que deu origem ao nome . São escritos de forma ritimada e alguns poemas, são ilustrados por xilogravura(técnica de impressão artesanal que também virou arte).
As estrofes mais comuns, são as de dez, oito ou seis versos.
PATATIVA DO ASSARÉ
Antônio Gonçalves da Silva, nasceu em 05 de março de 1909, na zona rural no município de Assaré, sul do Ceará .
Tema de estudo, na Cadeira de Literatura Popular Universal, foi considerado o poeta mais popular do Brasil, por suas inúmeras publicações de folhetos de cordel . Dizia que para ser poeta, não era preciso ser professor : " basta no mês de maio, recolher um poema de cada flor brotada nas árvores de meu sertão ..."
" Poetas niversitário,
Poetas de Cademia,
De rico vocabulário
Cheio de mitologia
Se a gente canta o que pensa,
Eu quero pedir licença,
Pois mesmo sem português
Neste livrinho apresento,
O prazê e o sofrimento
De um poeta camponês .
Eu nasci aqui no mato,
Vivi sempre a trabaiá,
Nesta meu pobre recato,
Eu não pude estudá .
Do verdô de minha idade,
Só tive a felicidade,
De um dia pequeno insaio
In pois livro de escritô,
O famoso professô
Filisberto de Carvaio..."
Trecho de " Aos poetas clássicos "
Morreu em 08 de julho de 2002, deixando sua importante contribuição para a cultura popular brasileira .
Fonte : Academia Brasileira de Literatura de Cordel / Wikipédia
Fotos : Escultura em bronze " Patativa do Assaré " artista : Murilo de Sá /CE
Cordéis - Acervo Museu Afro Brasil
13 de fevereiro de 2008
SHOW IMPERDÍVEL
CANTOS NEGREIROS
Show literomusical com FABIANA COZZA,
ALOÍSIO MENEZES e MARCELINO FREIRE
A cada noite um poeta convidado
De 15 a 23 de fevereiro
Sextas e sábados, às 19 horas
Dia 15:Poeta convidado - LUIZ ROBERTO GUEDES
Dia 16:Poetas convidados - DANIEL MINCHONIe RUI MASCARENHAS
Dia 22:Poeta convidado: SÉRGIO VAZ
Dia 23:Poetas convidados: ARRUDA e EUNICE ARRUDA
ENTRADA FRANCA
Biblioteca Alceu Amoroso Lima
Rua Henrique Schaumann, 777
Pinheiros - Fone 11 3082-5023
São Paulo - SP
12 de fevereiro de 2008
Panteras Negras
Por Priscila Preta
7 de fevereiro de 2008
DONA DO FOGO

NOS NO SESC SANTO ANDRE







6 de fevereiro de 2008
3 de fevereiro de 2008
...é maracatu, olha o baque sinhô, Umoja chegou !

Pois é...2008, chegamos com tudo !
Novos shows, novo figurino, novos instrumentos, novos rítimos. O povo do Umoja não descansa . Êta cansaço bom ! O cansaço de calejar as mãos de tanto tocar tambor, dos músculos trêmulos de tanto sambar...a voz que não cala nunca, mesmo depois de ensaios diários, por horas a fio .
31 de janeiro de 2008
SHOW NO SESC
> consulte aqui a relação completa das atividades oferecidas pelo SESCSP |
29 de janeiro de 2008
REVOLTA DOS MALÊS
Luta de escravos muçulmanos inspirou o movimento negro contemporâneo
Considerada uma das mais importantes manifestações dos negros escravizados no início do século XIX, a Revolta dos Malês completa 173 anos nesta sexta (25). Consagrada como uma luta política pelo respeito à liberdade, à cultura e contra a imposição do catolicismo durante o período colonial. A data, definida pelos revoltosos, coincidia com o Ramadã, fim do mês sagrado muçulmano.
Planejado por africanos islâmicos, de origem haussá e nagô, o movimento chegou a reunir 600 integrantes. Os líderes eram chamados de “negros de ganho”, escravos que podiam circular pela cidade realizando pequenos trabalhos remunerados. Além disso, tinham a vantagem de saber ler e escrever em árabe, o que ajudava nas trocas de informações. O objetivo era libertar os negros e matar os brancos e mulatos considerados traidores. O pesquisador João José Reis diz que “se o levante tivesse sido um sucesso, a Bahia malê seria uma nação controlada pelos africanos, tendo à frente os muçulmanos.
Próximo ao dia do levante, negros de diversos lugares do Recôncavo Baiano começaram a vir para Salvador, mas as autoridades souberam do plano após a denúncia de uma escrava. A polícia invadiu um dos lugares onde ocorriam os encontros e reuniões dos islâmicos. Os malês conseguiram fugir e reuniram um grupo para atacar a prisão do quartel no prédio da Câmara Municipal. Para Hamilton Borges, do Movimento Negro Unificado, os malês acreditavam que era possível aos negros da Bahia uma articulação contra a escravidão. “Isso é inspirador ao movimento negro no país, a importância da revolta para a atualidade é exatamente a de lutar contra o preconceito e nos incluir na sociedade” diz Hamilton.
Repressão
A revolta tomou a cidade de forma desorganizada, mas havia um número muito maior de soldados bem armados, o que provocou um massacre. Os registros da época afirmam que 70 escravos e 7 policiais morreram no confronto. Centenas de malês foram presos e condenados à morte, castigados ou enviados de volta para África, com a Corte Portuguesa proibindo a transferência de escravos da Bahia para qualquer outro local do Brasil. Apesar da derrota imposta aos insurgentes, a revolta serviu de inspiração para as lutas contra a escravidão e para outros processos abolicionistas que culminaram com a Lei Áurea de 1888.
26 de janeiro de 2008
1ª partipação de 2008
22 de janeiro de 2008
21 de janeiro de 2008
18 de janeiro de 2008
17 de janeiro de 2008
Miriam Makeba
Jornal CineBecos - Lançamento do livro Punga
Aí vai o vídeo jornal do CineBecos sobre o lançamento do livro Punga, de Elizandra Souza e Akins Kinté pela maravilhosa Edições Toró com apresentação de Denegri, Débora Marçal e Priscila Preta, Amandla, Duo Abanã, muita gente.
16 de janeiro de 2008
2008 O ANO DO ORIXÁ OGUM

Na Mitologia Yoruba, Ogun é o Orixá ferreiro, Senhor dos metais, ele mesmo forjava suas ferramentas tanto para a caça, como para a agricultura e para a guerra. Na África seu culto é restrito aos homens, existiam templos em Ondo, Ekiti e Oyo. Foi o filho mais velho de Odudua, o fundador de Ifé.
Um Itan Ifá, explica como o número 7 foi relacionado a Ogún e o número 9 a Oyá.
"Oyá era a companheira de Ogún antes de se tornar a mulher de Xangô. Ela ajudava Ogun no seu trabalho; carregava docilmente seus instrumentos, da casa à oficina, e aí ela manejava o fole para ativar o fogo da forja. Um dia, Ogún ofereceu à Oyá uma vara de ferro, semelhante a uma de sua propriedade, e que tinha o dom de dividir em sete partes os homens e em nove as mulheres que por ela fossem tocados no decorrer de uma briga. Xangô gostava de vir sentar-se à forja a fim de apreciar Ogún bater o ferro e, freqüentemente, lançava olhares a Oyá; esta, por seu lado, também o olhava furtivamente. Xangô era muito elegante, seus cabelos eram trançados e usava brincos, colares e pulseiras. Sua imponência e seu poder impressionaram Oyá. Aconteceu, então, o que era de esperar: um belo dia, ela fugiu com ele. Ogún lançou-se à sua perseguição, encontrou os fugitivos e brandiu sua vara mágica. Oyá fez o mesmo e eles se tocaram ao mesmo tempo. E, assim, Ogún foi dividido em sete partes e Oyá, em nove, recebendo ele o nome de Ogún Mejé e ela o de Yansã, cuja origem vem de Iyá mésan - a mãe transformada em nove"
- Candomblé
Ogum ou Ogun é um orixá africano, é a divindade do ferro e protetor de todos que trabalham com esse metal: ferreiros, agricultores, escultores, mecânicos e dos militares.
15 de janeiro de 2008
Negro poeta de esquina
Tem um preto parado na esquina
- Será ladrão ou vendedor de cocaína?
Se perguntam os tripulantes da barca são-paulina
Que se aproximam para abordá-lo
Interrogá-lo e espancá-lo
Não necessariamente nesta ordem, é claro
O homem permanece inerte
Ainda assim
Recebe um soco no rosto
Que é dado com gosto
Enquanto um segundo soldado
De um posto maior
Desfere-lhe um chute
Não há quem não escute, naquela noite
O açoite moderno
Mas só quem vê é o azul eterno
O celeste noturno...
Cassetete, coturno; cassetete, coturno!
Por um momento
Cessam então o linchamento e ordenam:
-Fala negro, não me enrola
O que faz na rua a essa hora?
-Venho aqui para fazer poesia
Sou poeta da lua
Por isso, troco a noite pelo dia
E é tão triste quem na lua se inspira
Apaixona-se por ela, tornando-a sua lira
Mas apesar dessa paixão que no peito tranca
Não pode com a mão tocar a bola branca
Invejo os astronautas
Eu, poeta, aqui tão distante
E eles, meros militares, lá em cima
Nos braços da minha amante
Sou poeta da rua
E nesse caminho estreito
Aprendi a andar, a cair, a levantar
E a ter respeito... Mas nunca temer!
É isso, senhores, o que eu tenho a lhes dizer
Agora, espero que me deixem
Continuar olhando o céu
Pois negro já nasce poeta
Mas também já nasce réu
- Ah, mas negro poeta...
Isso é afronta! É passar demais da conta!
Meia-noite no gueto
Tem um preto morto na esquina
Os olhos abertos, o corpo ferido
O céu todo refletido no centro da retina
Não era ladrão, nem vendedor de cocaína
Era simplesmente um poeta
Sem escola, sem berço...
Um poeta de esquina.
*Serginho Poeta
Poeta parceiro do Umoja, Publicou recentemente o livro Dois Poetas e um caminho em parceria com o poeta Binho.
13 de janeiro de 2008
Cantos Negreiros
Está de volta à Biblioteca Alceu Amoroso Lima o espetáculo literomusical "Cantos Negreiros". Apresentado com sucesso em 2007, o espetáculo mistura leituras de trechos dos contos de Marcelino Freire com canções afro, interpretadas por Aloísio Menezes, considerado uma das mais belas vozes da MPB. Nos dias 22 e 23 haverá também a participação de Fabiana Cozza, uma das grandes revelações do samba brasileiro.
A novidade da temporada é a presença, ao lado de Freire, dos poetas Glauco Mattoso (no dia 15), Daniel Minchoni & Rui Mascarenhas (no dia 16), Sérgio Vaz (no dia 22) e Arruda & Eunice Arruda (no dia 23).
Os poetas e cantores serão acompanhados pelo violão de Marcos Paiva, o cavaquinho de Rodrigo Campos e a percussão de Douglas Alonso e Felipe Roseno.
Dias 15, 16, 22 e 23 de fevereiro, às 19h

Capa do livro Contos Negreiros, de Marcelino Freire.
Biblioteca Temática de Poesia Alceu Amoroso Lima
Rua Henrique Schaumann, 777 - esquina com rua Cardeal Arcoverde
Pinheiros São Paulo, SP
Tel.: 11 3082-5023
10 de janeiro de 2008
16 de dezembro de 2007
15 de dezembro de 2007
LARÓYÈ
Exu, no candomblé, é o elo entre o mundo dos deuses e o mundo terreno, um comunicador responsável pelo movimento da Terra, pela virilidade, criatividade, mensageiro, o abridor de caminhos, Senhor das encruzilhadas da vida oscilante entre o bem e mal.
Um de seus símbolos tradicionais é o falo, a virilidade, um dos requisitos para ser classificado como demônio pela Igreja. Filho de Iemanjá, preza por uma boa comida e diversão.
Nos terreiros ao iniciar as cerimônias, uma oferenda ao mensageiro é oferecida para que ele convoque os outros deuses do orun (céu) para a festa, a celebração. È aqui que apoio meu projeto, no instante da oferenda do Ebó, a refeição de Exu e a abertura do terreiro, o primeiro passo ao transe, o início do movimento. A música é de Carlinhos Brown.
2 de dezembro de 2007
29 de novembro de 2007
PRÊMIO COOPERIFA
Sergio Vaz:
PARABÉNS INSTITUTO UMOJA,VOCÊ FOI CONTEMPLADO PARA RECEBER O 3º PRÊMIO COOPERIFA "DOM QUIXOTE DE LA PERIFA", CRIADO PELO NOSSO QUILOMBO CULTURAL PARA AGRADECER A TODOS QUE DIRETA OU INDIRETAMENTE AJUDAM A TRANSFORMAR A PERIFERIA NUM LUGAR MELHOR PARA VIVER.
SEU NOME FOI INDICADO E APROVADO POR UMA COMISSÃO ORGANIZADORA E POETAS QUE FAZEM PARTE DO PROJETO.
A ENTREGA SERÁ NO DIA 12 DE DEZEMBRO A PARTIR DAS 20HS NO BAR DO ZÉ BATIDÃO, ONDE SE REALIZA O SARAU DA COOPERIFA.
MAIORES INFORMAÇÕES NO BLOG:
www.colecionadordepedras.blogspot.com





.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)























