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29 de junho de 2008

NOVO ENDEREÇO

ESTAMOS MUDANDO O ENDEREÇO DO BLOG......
POR FAVOR NÃO DESISTA.!!!
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14 de junho de 2008

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28 de maio de 2008

UMOJA NO PLANETÁRIO DO IBIRAPUERA



No dia 22 de setembro de 2006 o Planetário Aristóteles Orsini voltou a funcionar. Foram sete anos, mas a espera valeu a pena. Ele volta com equipamentos modernos, de última geração. O projetor StarMaster, de fabricação da empresa alemã Carl Zeiss, substituiu o antigo Universarium III, e juntamente com 44 projetores periféricos e outros equipamentos, é capaz de projetar o céu visto de qualquer ponto do sistema solar. Por usar um moderno sistema de projeção (fibra óptica), todas as estrelas são reproduzidas em cor e brilho reais.

O Planetário Aristóteles Orsini foi o primeiro a ser instalado na América Latina, em 26 de janeiro de 1957. O prédio, de autoria dos arquitetos Eduardo Corona, Roberto G. Tibau e Antônio Carlos Pitombo, é inspirado na arquitetura dos anos 50, e é tombado pelo Conselho Municipal de Tombamento e Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) e pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado (Condephaat). Antes de fechar as portas, em 1999, o Planetário recebia anualmente mais de 350 mil visitantes - na sua maioria estudantes - e quase 4 milhões de pessoas já haviam assistido às projeções. O prédio foi interditado por apresentar problemas em sua infra-estrutura, causados por infiltrações e infestação de cupins.

Um restauro completo deixou o prédio novo em folha, pronto para receber o projetor StarMaster. A novidade é um elevador panorâmico que possibilita o acesso de pessoas portadoras de necessidades especiais ao mezanino, localizado em pavimento superior à sala de projeção. Além disso, o processo de recuperação do prédio deixou aparente um revestimento de madeira trabalhado que envolve a cúpula de concreto, que antes ficava escondido por um forro.

Número de lugares: 280 lugares, sendo 7 para cadeirantes
Tem elevador para o mezanino e rampa de acesso

O Umoja se apresenta no dia 21/06/08, fazendo o sarau astronômico, trazendo a alegria do maracatu, do coco, da ciranda e de outras surpresas mais !


FIQUE LIGADO !

O espaço interno do planetário comporta até 300 pessoas . A apresentação será à partir das 20:00 hs .O ideal é chegar com uma hora de antecedência para garantir o seu lugar .

Até lá...





Realização : Planetários e Umoja

Preparem-se

Não esqueçam de colocar na agenda!!!!
Dia 21 de junho, estaremos no Sarau Astronomico no Planetário.
é um sabado as 20hs.
Poesia, perfomances, dança, musica, e muito àsé....
chegue cedo pq o espaço é limitado 300 lugares somente.
Vamos todos Umojar!!!!

21 de maio de 2008

OFICINA DE PERCUSSÃO E MARACATU DE BAQUE VIRADO



A OFICINA DE MARACATU está a todo o vapor ! Acontece todos os sábados, das 15 : 00 às 17 : 00hs .
Um pouco da história e ritmo das Nações de maracatu de Pernambuco fazem parte do conteúdo das aulas . A metodologia aplicada, é através de fonemas que possibilitam a melhor compreensão da linguagem de cada instrumento de percussão . Outros ritmos também são trabalhados, esporadicamente com o intúito de ampliar o conhecimento da linguagem percurssiva dentro das manifestações populares brasileiras . As inscrições continuam abertas, porém as vagas estão limitadas . Bora, botar o bloco na rua !

À partir de junho, PERCUSSÃO INFANTOJUVENIL .Oficinas de percussão para a moçada, com faixa etária entre 10 à 17 anos. Será às quintas-feira, com o horário das 9 :30 hs às 11 : 30hs. A data exata do início, ainda não foi definida, porém as inscrições já estão abertas. Metodologia : Fonemas, exercícios com baquetas para memorização de manulação, aquecimento, pulso, subpulso, tempo cíclico e relaxamento . Os instrumentos de percussão, assim como os ritmos são variados de acordo com cada manifestação popular brasileira a ser aplicada nas aulas : maracatu, ciranda, coco, angola, congada e muitos outros . Inscreva-se e garanta a vaga da moçada !

Oficineira : Mônica Santos (Percussionista e Arte Educadora)

Local : Bloco do Beco

Endereço : Rua Salgueiro do Campo, 383 - Jd. Ibirapuera (próx. pto. final do ônibus)

Inscrições : batukemo@yahoo.com.br ou pelos tels.: 3294-9319 / 7867-9320

AS DUAS ATIVIDADES SÃO GRATUITAS, APROVEITE !

14 de maio de 2008

É A VEZ DO CENTRO CULTURAL

SARAU ASTRONÔMICO

dia 16 de maio
Sexta, às 20h
Jardim suspenso
(lado Av. 23 de Maio)

O público é convidado a observar o céu da cidade por meio de telescópios e a participar da apresentação do céu pelos técnicos em astronomia, ao som de música, leitura de poemas e performances.
Apresentação do grupo UMOJA, com diversas linguagens artísticas referentes à cultura afro-brasileira.

Informações:
www.centrocultural.sp.gov.br ou www.prefeitura.sp.gov.br/planetarios

Rua vergueira,1000




12 de maio de 2008

Inauguração da Videoteca Popular

Salve!!
Dia 31 de Maio (sábado) não percam...
Inauguração da Videoteca Popular, segundo ano de apoio do VAI pela Prefeitura de São Paulo.
Projeto dedicado a disseminação de vídeos gratuitamente, através de emprestimos regulares de conteúdos independentes e de circuitos alternativos num acervo de mais de 500 títulos,
dos raros aos novos talentos.
Presenças de:
-Trupe Fuleragem
(Espetáculo teatral: Fora do trilho)
-O Encanta Realejo
(Música e intervenções cênicas)
Poesia com Binho e convidados
Exibição de vídeos (NCA e Outros)
às 16:00hs no CEDECA-Interlagos
Rua Nossa Sra. do Nazaré, 51 - Cidade Dutra
Como chegar:
No Term. Sto Amaro pegar a lotação Vila natal e descer no ponto mais próximo do supermercado Sonda na Cidade Dutra.
Vamô chegá!!!
Sejemos canibais de nós mesmos, essa é a antropofagia periférica que transforma!!!
Realização:
Núcleo de Comunicação Alternativa
Parceiros:
CEDECA- Interlagos e Ação Educativa.
ncanarede.blogspot.com

8 de maio de 2008

Pequenas revoluções

05/05/2008Pequenas revoluçõesLe Monde Diplomatique - Eleilson Leite
Começou em abril passado mais uma temporada do VAI – Valorização de Iniciativas Culturais, programa da secretaria de Cultura de São Paulo que financia projetos de jovens, grupos juvenis e organizações culturais da periferia. Esta é a quinta edição do VAI, iniciado em 2004. São 103 projetos selecionados entre mais de 700, inscritos no edital lançado no final do ano passado. Cada uma das propostas contempladas receberá R$ 18 mil reais para realizar suas atividades até dezembro. O recurso é depositado diretamente na conta do beneficiado, seja pessoa física ou jurídica. Um investimento de R$ 1,8 milhão muitíssimo bem aplicado. Certamente, o VAI é uma das verbas mais bem executadas da prefeitura de São Paulo.
Dei uma olhada na lista dos contemplados do VAI/2008. O perfil, até onde pude examinar é bastante interessante. Dos 103 projetos aprovados, somente 12 são de pessoas jurídicas. Dentre estas tem uma escola municipal, representada pela APM – Associação de Pais e Mestres. Outro destaque entre as PJs é a Associação Guarani Nhe Porã, de uma das aldeias indígenas de Parelheiros que apresentaram um projeto na área de audiovisual. Embora pequena, considero importante a presença de organizações juridicamente constituídas. É um sinal de maturidade do movimento cultural periférico. Várias rodas de samba, por exemplo, já são ONGs, como é o caso do Samba da Vela e o Samba da Laje. A Cooperifa, além de ser uma associação também tem título de OSCIP- Organização da Sociedade Civil de Interesse Público. Isso confere a essas organizações uma condição interessante para captar recursos e buscar sustentabilidade. Podem, entre outras opções, se tornar Pontos de Cultura, uma iniciativa do ministério da Cultura que vai na mesma direção do VAI.
Não obstante, o VAI mantém seu foco prioritário na pessoa física e isso é muito correto. As organizações que receberão apoio já têm consciência que este é um primeiro impulso. Daqui para frente é bom buscar outras fontes, porque o VAI também procura considerar o ineditismo dos projetos e a curta trajetória dos proponentes. A Cooperifa não foi contemplada na edição do ano passado, certamente porque já era um movimento consolidado. As pessoas jurídicas apoiadas pelo programa em geral têm baixa institucionalidade e o recurso será muito importante para a sua afirmação.
E quem são as 91 pessoas físicas aprovadas no edital? São jovens cheios de motivação e criatividade. Somente quatro deles têm 30 anos ou mais. Por outro lado, 17 têm entre 18 e 20 anos. O restante está na faixa dos 21 aos 29. Soube que a organização do VAI pretende estimular ainda mais a presença de jovens com menos de 20 anos e principalmente aqueles que ainda estão no ensino médio. A grande maioria dos aprovados já saiu da escola. Muitos cursam faculdade e outros tantos já se formaram. Sei de um que faz pós-graduação, por sinal é o único com mais de 30 anos.Todos os jovens aprovados são de baixa renda e moradores de bairros periféricos. A maioria é da Zonal Sul que teve 40 projetos aprovados. A Zona Leste vem logo atrás, com 31 propostas. A Zona Norte tem 14 e a Zona Oeste ficou com 7.
Quanto à temática dos projetos, a análise comprova uma tendência já observada em textos anteriores desta coluna: a literatura é a linguagem artística cujo interesse mais cresce na periferia. Vinte iniciativas tratam das letras. Tem projetos de livros, revistas, fanzines, saraus, oficinas, vídeo e teatro. Todos tendo a literatura como foco. Empatado no topo da lista vem o teatro, com o mesmo número de projetos. Há 19 iniciativas dentro de um universo temático que inclui artes visuais, multimídia e audiovisual. Música ficou com 8 projetos e Cultura Popular recebeu 7. Depois, vêm Hip Hop, e Artes Plásticas, com 7 e 6 propostas respectivamente. Entre os temas com menor número de propostas estão dança (dois projetos) e circo, capoeira e rádio (apenas uma proposta cada).
http://diplo.uol.com.br/2008-05,a2382

5 de maio de 2008

AGENDA UMOJA MAIO(clik para ampliar)

DIA: 11/05 DOMINGO
PILULA CULTURAL
Horário:Das15 às 20h
Entrada: Livre e Gratuita
O projeto Pílula de Cultura Feira Preta, surgiu a partir do evento Feira Preta, e apresenta uma proposta criativa e engajada com o seguinte questionamento “Qual o espaço da cultura Afro-Brasileira hoje?”.O intuito da projeto é levar manifestações artísticas, voltadas para a cultura negra contemporânea que normalmente não estão presentes nos grandes circuitos culturais e ao mesmo tempo provocar uma reflexão sobre o espaço que a cultura negra tem ocupado na sociedade brasileira.
Casa Das Caldeiras: (Espaço De Dinâmicas Artísticas E Culturais)
Avenida Francisco Matarazzo 2000 - Água Branca
Tel./Fax: (11) 3873-6696 E-mail: cultural@casadascaldeiras.com.br Site: www.casadascaldeiras.com.br
VALET PARK NA ENTRADA
Adriana Barbosa - 11 3031-2374 cel.: 8336-1012

DIA 16/5 - sexta às 20h Sarau astronômico
CENTRO CULTURAL SÃO PAULO
Entrada livre e gratuita
Evento promovido pela Ação Cultural e Educativa do CCSP, em conjunto com o Planetários de São Paulo, no qual o público, além de ser convidado a observar o céu noturno da cidade, por meio dos telescópios e com orientação de técnicos em astronomia, participa de uma manifestação artística ao som de música, dança, leitura de poemas e performances.
Rua Vergueiro 1000.(metro vergueiro)
Jardim suspenso (ao lado da Av. 23 de Maio)
Tel.: 3383-3436 / 3383-3437
http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao_cursoseoficinas.asp

UMOJA na Fundação Bovespa em Paraisopolis








26 de Abril de 2008

25 de abril de 2008

VARAL CULTURAL.

video
Umoja participa do 2ª edição do varal cultural.

24 de abril de 2008

QUESTÕES!!!!!!!

TNP –TEATRO NEGRO DE PENDENGA
Teatro – Representação ou farsa reveladora
Pendenga – Richa, briga, conflito, confusão
Negro – Sujeito de pele escura, origem africana, estereotipado pelos traços e melanina, o outro sobre o qual se projetam mil imagens humanidade rebaixada.
Uma proposta de Salloma Salomão Jovino da Silva
O que se entende por teatro hoje?
Há um teatro negro no Brasil?
Qual o legado do TEM?
O que diferenciará um teatro negro das demais expressões?
Como lidar com textos teatrais escritos, geralmente por “não negros (as)” sobre os negros (as)?
Qual o lugar de Arena Conta Zumbi na experiência cultural do Movimento Negro contemporâneo?
Quantos textos teatrais escritos por autores negros podem ser identificados no século XX?
Qual o papel exercido pela expressão teatral no universo das práticas artísticas, culturais e políticas negras na África, na diáspora e no Brasil no século XX?
Que textos de autores (as) negros (as) podem ser pesquisados, lidos, apropriados, difundidos?
Teatro assim como as demais formas artísticas ocidentais hoje é só lixo. Como o teatro foi jogado ao lixo, pode ser apropriado por aqueles que vivem quase que essencialmente de lixo.
Um teatro é negro quando seus criadores invocam para si uma origem negro-africana.
Um teatro é negro quando coloca a perspectiva diaspórica africana como ponto de partida e chegada.
Um teatro é negro quando tem consciência que nem o negro nem o africano não existem por si e para si mesmos.
Um teatro é negro quando dramático, sarcástico e cômico, quando saber ser sincrônico, dissonante e diacrônico, é simpático mas diacrítico.
Um teatro é negro quando é capaz de virar as costas e tapar os ouvidos a tudo que se espera de um teatro negro.
Um teatro pode ser a vazão dos que vivem a margem do consumo do teatro para entreter, eles é que podem inventar um teatro que não depende dos espaços convencionais de encenação.
Pode ser um teatro fugaz, calcado na intervenção da vida cotidiana da metrópole ou de qualquer outro lugar.
Pode ser um teatro que abra mão a busca do inusitado, porque muita coisa nesse sentido já foi experimentado.
Pode ser um teatro efêmero fundado em um desejo insuportável de viver para além dos muros do conformismo cultural, social, político e estético.
Pode ser um teatro para revolver o lixo, os cadáveres, os micróbios, os seres rejeitados da vida urbana.
Um com ou sem espaço próprio, mas que não dependa dele, mas pode tê-lo para revolver o lixo das relações inter pessoais, inter sociais, inter nacionais, e inter raciais .
Revolver o lixo não é removê-lo é colocá-lo ao sol para que feda, para que exale.
Um teatro negro capaz de teatralizar Ali Kamel, Gloria Maria, Senghor César, Unipalmares, Abdias, Lélia Gonzalez, Grande Otelo, e nóis todos.
Um teatro capaz de dramatizar nossos conflitos, dando alguma dignidade para as migalhas que caem da mesa no chão da política partidária e da política formal onde se digladiam, na disputa por um alimento cujo preço é subserviência das “lideranças” negras cooptadas.
Por um teatro negro capaz de teatralizar as expressões, gestos e textos da Ministra Matilde Ribeiro em cadeia nacional de TV, tentado explicar aquilo que ninguém queria ouvir. Ela já fora julgada ao nascer.
Um teatro negro que não se importe em ser atacado, pois já é em si uma reação.
Um teatro negro capaz de teatralizar a política social de Sergio Cabral que caça negro-mestiços em safáris urbanos utilizando helicópteros e armamento pesado sob nossos olhares estarrecidos e aplauso da mídia ressentida com o assassinato do jornalista negro-mestiço, especializado em meter o pé na lama.
Um teatro negro capaz de vomitar fragmentos Paulo Eiró e Jorge de Lima, canções do Candomblé Angola, passagens do velho testamento

22 de abril de 2008

Césaire no Orum



Poeta e político Aimé Césaire, da ilha da Martinica, no Caribe, morreu dia 17 de abril aos 94 anos de idade em umhospital de Fort-de-France, onde estava internado havia uma semana por problemas cardíacos.
Companheiro de luta e amigo de Léopold Sédar Senghor, primeiro Presidente do Senegal, Aimé Césaire consagrou toda a suavida à política e à escritura.Césaire publicou em 1939 "Le Cahier d`un retour au pays natal" (Caderno de Regresso ao País Natal), uma coletânea de poesia tranformada num clássico da literatura negro-africana, e criou com Senghor e Léon Damas o conceito da Negritude. Além do emblemático livro, a publicação, nos anos 50, de seu "Discurso sobre o Colonialismo" amplificou o eco de suasposições no Caribe e na África e contribuiu para dar a sua obra um caráter universal.
Sentindo-se tanto Africano como Martiniquês, Aimé Césaire participou em todas as lutas contra o colonialismo e o racismo.Este engajamento conduziu-o à política ativa, tornando-se Presidente da Câmara Municipal de Fort-de-France em 1945 quandotinha 32 anos de idade. Foi durante anos deputado da ilha de Martinica e prefeito da capital, permanecendo como prefeito de honra até sua morte. Aimé Césaire retirou-se progressivamente da vida política em 2005.
Césaire merece ser lembrado e lido sempre.
Fontes: Angola Press e Folha de São Paulo, Quilombhoje